segunda-feira, 12 de abril de 2010

Pilhas e baterias



Nem todo o lixo que é produzido pode ser descartado do modo comum, esse tipo de dejeto são as pilhas e baterias, esse tipo de material após sua vida útil, não tem seus devidos cuidados tomados. Ao misturá-los com o lixo comum, os perigosos elementos químicos e metais pesados desses geradores de energia contaminam o solo e o lençol freático abaixo do aterro ou lixões.
A concentração destes elementos atinge a flora e a fauna principalmente das regiões mais próximas, porém – por meio da cadeia alimentar – os danos chegam, de forma acumulada, aos seres humanos. Direta ou indiretamente, essas substâncias são capazes de provocar alergias de pele e respiratórias; náuseas e vômitos; diarréias; dores de estômago; inibição das células de defesa do organismo; bronquite; danos ao sistema nervoso; osteoporose; além de outras doenças.
Em geral, as pilhas e baterias apresentam na embalagem ou no próprio produto a indicação de qual lixo devem ser “jogados fora”. De acordo com estimativa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), apenas um terço das pilhas vendidas no Brasil podem ser descartadas no lixo doméstico, pois estas são do tipo alcalinas, ou seja, não são compostas por metais pesados. Para controlar todo esse lixo tóxico em potencial, o conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) estabeleceu uma norma (Resolução n° 257/99) que atribui aos fabricantes a responsabilidade sobre o respectivo produto. Contudo, a medida mais eficaz para erradicar os problemas em virtude da contaminação por substâncias de pilhas e baterias é a mudança do comportamento do próprio consumidor para que ele favoreça e preserve não só a natureza, mas, sim seu próprio ‘habitat’.

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