terça-feira, 13 de abril de 2010

Batman e Coringa

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Pilhas recarregáveis


O motivo principal é o fato das pilhas descartáveis serem caras para quem precisa de uso constante delas
O que são pilhas recarregáveis?

Uma pilha convencional é descartada quando sua carga acaba ou fica em nível insuficiente de energia (fraca). Com uma pilha recarregável, basta utilizar um aparelho adequado para que sua carga de energia seja restabelecida. Com isso, a pilha pode ser utilizada novamente.

É importante frisar que uma pilha (ou bateria) convencional não pode ser recarregada. Embora haja aparelhos para isso, a composição química desse tipo de pilha não é preparada para recargas. Como conseqüência, pode acontecer vazamentos (e intoxicações oriundas), mal-funcionamento do dispositivo e até explosões!

As pilhas recarregáveis são capazes de receber recarga, porém não de maneira infinita. A validade padrão dessas pilhas depende de seu tipo e do seu bom uso.

Escolhendo bem e cuidando de suas pilhas, seu MP3-Player, sua câmera digital, demais aparelhos o seu bolso e o meio ambiente agradecem.

Composições.

As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos,..., após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado.

Exemplo !

A operadora de telefonia celular Vivo começou a recolher aparelhos e baterias descartadas pelos consumidores há três anos. Conta com 3,4 mil pontos de coleta, mas o volume coletado ainda é pequeno: ao longo deste ano, foram recolhidos 105 mil itens. Uma empresa nacional, a GM&C, faz o serviço de coleta e desmonte dos aparelhos, mas a recuperação completa dos materiais é feita nos EUA e México. "Ainda não encontramos uma empresa que preste esse serviço de forma certificada no Brasil", diz Karina Biderman, diretora de responsabilidade socioambiental da Vivo. Este ano, o País deve vender 12 milhões de computadores, 47 milhões de celulares e 9 milhões de televisores, segundo estimativas da indústria. É difícil calcular o tempo de obsolescência dos equipamentos, mas a iminência de uma lei nacional que obrigue os fabricantes a dar destino à sucata já traz boas perspectivas para as empresas.

NOVOS NEGOCIOS SURGEM DO LIXO TECNOLOGICO.

O crescente volume de lixo tecnológico, como celulares, computadores e televisores descartados pelos consumidores está movimentando um novo negócio: fábricas que desconstroem equipamentos para recolocar as matérias primas no processo industrial, à chamada manufatura reversa. O segmento começa a ser visto como promissor - vários Estados, como São Paulo, estão criando leis que obrigam os fabricantes a darem destino correto aos eletroeletrônicos ao fim de sua vida útil. Por ser ainda incipiente, não existem estatísticas precisas sobre o quanto essa indústria movimenta. Mas ela difere dos sucateiros de fundo de quintal, que desmontam equipamentos para retirar apenas os metais preciosos, como ouro e prata, presentes nas placas de computadores. "As empresas que estão se estabelecendo nesse mercado oferecem um serviço especializado e em conformidade com leis ambientais. Não competem com os catadores das ruas", diz Diógenes Del Bel, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre), entidade que reúne algumas dessas companhias. A desmontagem dos equipamentos visa aproveitar as matérias primas. Componentes como metais e plásticos são separados e vendidos à indústria, por preços que variam conforme o vai e vêm das commodities. Mas o Brasil ainda não tem parque tecnológico para recuperar baterias de celulares e placas de computadores, que são enviados para países como China, Japão, Estados Unidos, Alemanha para serem totalmente reaproveitados.

Pilhas e baterias



Nem todo o lixo que é produzido pode ser descartado do modo comum, esse tipo de dejeto são as pilhas e baterias, esse tipo de material após sua vida útil, não tem seus devidos cuidados tomados. Ao misturá-los com o lixo comum, os perigosos elementos químicos e metais pesados desses geradores de energia contaminam o solo e o lençol freático abaixo do aterro ou lixões.
A concentração destes elementos atinge a flora e a fauna principalmente das regiões mais próximas, porém – por meio da cadeia alimentar – os danos chegam, de forma acumulada, aos seres humanos. Direta ou indiretamente, essas substâncias são capazes de provocar alergias de pele e respiratórias; náuseas e vômitos; diarréias; dores de estômago; inibição das células de defesa do organismo; bronquite; danos ao sistema nervoso; osteoporose; além de outras doenças.
Em geral, as pilhas e baterias apresentam na embalagem ou no próprio produto a indicação de qual lixo devem ser “jogados fora”. De acordo com estimativa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), apenas um terço das pilhas vendidas no Brasil podem ser descartadas no lixo doméstico, pois estas são do tipo alcalinas, ou seja, não são compostas por metais pesados. Para controlar todo esse lixo tóxico em potencial, o conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) estabeleceu uma norma (Resolução n° 257/99) que atribui aos fabricantes a responsabilidade sobre o respectivo produto. Contudo, a medida mais eficaz para erradicar os problemas em virtude da contaminação por substâncias de pilhas e baterias é a mudança do comportamento do próprio consumidor para que ele favoreça e preserve não só a natureza, mas, sim seu próprio ‘habitat’.